No município de Laranja da Terra, as atividades estão concentradas no espaço denominado CETEFA.
   
  Lá é oferecido o curso técnico em agropecuária, em nível pós-médio, com duração de dezoito meses. O CETEFA oferece também cursos de formação profissional de curta duração, além de realizar experimentação para adaptação de tecnologia e promover sua disseminação entre agricultores familiares da região.
   
O enfoque técnico de toda a atuação do Centro está baseado na agroecologia.
 
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Mais sobre Laranja da Terra
  O município de Laranja da Terra localiza-se a uma latitude sul de 19°, 51’ e 58" e a uma longitude oeste de Greenwich de 41°, 1’ e 39", possuindo área de 461 km², equivalente a 1,01% do território estadual. Limita-se ao norte com os municípios de Baixo Guandu e Itaguaçu; ao sul, com Afonso Cláudio; a leste, com Itarana e Itaguaçu e a oeste, com o Estado de Minas Gerais. Dista de Vitória cerca de 154 quilômetros.
   
  O café é a principal base da economia da cidade, mas a população também diversificou a economia de subsistência, com o plantio de milho, feijão, frutas e hortifrutigranjeiros.
   
  Além da sede, com altitude de 150 metros, é compreendido pelos distritos de Jaotuba e Sobreiro. O relevo apresentado é montanhoso e com fortes ondulações. A bacia que compõe a paisagem hidrográfica do município é a do rio Doce-suruaca, cuja área é de 461 km², destacando-se como principal rio o Guandu. A temperatura média anual fica em torno de 22,35°C, com maior ocorrência de chuvas nos meses de outubro a março. O início do povoamento ocorreu com as iniciativas de imigrantes alemães, tendo sido a vila de Laranja da Terra o primeiro núcleo de colonização.

A agricultura foi a base econômica e o café era o produto mais importante comercialmente. A grande maioria dos colonos era de origem pomerana e vieram de Santa Leopoldina e seus descendentes mantêm suas tradições: o idioma, os rituais de casamento, os cultos luteranos e a culinária.
   
Fonte: Jarske
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