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"Todo
pensamento, atitude, ou ação que tenham por objetivo resgatar
os direitos e a dignidade humana são, por si próprios, atos de
PAZ.
Urge pensar o conceito de Paz como não-violência. Ao dizer não
à violência, podemos acelerar a dinâmica social, favorecer a
justiça e a democracia. O sucesso da não-violência é também o
do debate democrático, da troca de palavras entre cidadãos,
sociedades organizadas e poder público a fim de decidirem o
destino comum, enfim, construir uma Cultura de Paz.
Construir uma Cultura de Paz é promover as transformações
necessárias e indispensáveis para que a paz seja o princípio
governante de todas as relações humanas e sociais.
São transformações que vão desde a dimensão dos valores,
atitudes e estilos de vida até a estrutura econômica e
jurídica, as relações políticas internacionais e a
participação cidadã, só para citar algumas.
É preciso estar atentos à sabedoria dos grandes pacificadores,
entendendo que paz é um paradigma que regula nossa percepção
da realidade e nossas relações com todos os seres. Sendo
assim, a paz é uma escolha, um modelo de mundo, uma cultura e,
especialmente, um caminho para viver a vida.
"Não há caminho para a paz. A paz é o caminho." Mahtma Gandhi.
Neste aspecto, promover encontros de paz é uma forma de abrir
espaços para o despertar de consciências, na busca por um novo
e transcendente estado de convivência, mais pacífico,
afetuoso, tolerante e inclusivo.
A Feira da Paz se propõe a reunir pessoas e instituições que
estejam em sintonia com a Cultura da Paz e oferecer a
alternativa de escolher esse caminho para a criação de novas
realidades, e fomentar a mudança tão necessária em nossa
sociedade".
Feira da Paz 2008
Em Maio, no parque Pedra da Cebola, Vitória/ES |